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Sobre A Maçã que Guardo na Boca

Li - A maçã que guardo na boca. Um poema grande e um grande poema. Feito como louvação a corpos, sensações, posses, e por fim apaziguamentos. Lúdico. Um turbilhão de pequenos detalhes agigantados na interação entre o microcosmo do corpo, e o macrocosmo do que o cerca como moldura para o momento da paixão. João Scortecci é um homem feito da somatória de muitos rumos. O que se reflete por inteiro no poema. Este precisava ser escrito. E muito mais, lido em todas as possibilidades em que o desejo avassala apaixonados.

Luiz Jorge. Medico. Poeta.