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Guia do Profissional do Livro

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Guia do Profissional do Livro - Informações importantes para quem quer escrever e publicar um livro - 15ª Edição - Scortecci Editora - 14 x 21 cm - 252 páginas - ISBN 978853660805-1 - João Scortecci e Maria Esther Mendes Perfetti.

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Na Linha do Cerol

Na Linha do Cerol foi escrito em 1995 quando o autor completou 25 anos de exílio voluntário. São reminiscências e conta a infância do autor em Fortaleza, Ceará na década de 60.
Em 2003, 5ª edições, o livro foi reescrito e ampliado. Segundo o autor muito cerol havia ficado de fora. 

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João Scortecci homenageado no Flipoços 2012

O editor João Scortecci, Diretor-Presidente do Grupo Editorial Scortecci recebeu no último dia 28 de abril, na cidade de Poços de Caldas, Minas Gerais, homenagem no Flipoços 2012, pelos 30 anos da Scortecci Editora.

A feira que teve para o público um dos temas mais interessantes da nossa cultura: “90 Anos da Semana de Arte Moderna” também homenageou Antonio Candido (patrono) e Jurandir Ferreira (Escritor Sulfuroso).

Foto: João Scortecci e Gisele Correa, organizadora e promotora do evento.

Na Linha do Cerol: Reminiscências Poéticas / Fernando Py

Tribuna de Petrópolis - 18.04.2008

João scortecci faz uma poesia arriscada. Não são comuns os livros de recordações pessoais em verso, mas, neste caso, o autor soube realizar-se como poeta sem apelar para o excesso de subjetivismo, sendo basicamente racional, nem para o sentimental inútil.

O conjunto mostra que o poeta recria a infância com propriedade, selecionando momentos da meninice na terra natal (Fortaleza); o coloquial é enxuto e o texto, quase sempre no indicativo presente, confere uma dimensão apropriada ao que é descrito. É uma leitura que vale a pena.

Fernando Py 

Relógio de Sol / Carlos Burlamáqui Kopke

João Scortecci universaliza os temas que o motivaram. Mostra-se, através da intuição poética, um esquadrinhador de fatos, de onde, desentranhando vida, faz confluir, para poemas de bons achados cinético-expressivos, aparências transvertidas e comutadas e, sobretudo, os mananciais psíquicos de que, verdadeiramente, o vemos dotado.

João Scortecci sabe mostrar a unidade mítica das coisas, a problematicidade e o mistério que as envolvem, o que o torna um poeta reflexivo no conteúdo. É, sem dúvida alguma, uma personalidade interiorizada, alguém que pode transformar a realidade e seus desvarios em atos poéticos.

Carlos Burlamáqui Kopke

Na Linha do Cerol / Hugo Pontes

O livro traz por tema as reminiscências do autor. O ambiente é a cidade de Fortaleza, no Ceará, e o tempo é o da sua infância, aos oito anos. A publicação, segundo o autor, marca os vinte e cinco anos de exílio voluntário e necessário na distância do nascer, morar, crescer entre o Ceará e São Paulo.

Os poemas trazem o sentimento da saudade e o resgate de um tempo bom, pelo qual todos nós passamos. Ler Na Linha do Cerol é visualizar, nos versos, a história de cada um de nós, da nossa terra, juntos daqueles que nos são (eram) caros e da paisagem inesquecível da nossa infância, quando tudo era superdimensionado, o mundo era mais franco e a existência mais feliz.

Hugo Pontes

Na Linha do Cerol / Leontino Filho

Parabéns pela beleza poética de Na Linha do Cerol. Seus versos carregam a gravidez da terra e da gente em cada passagem lida. A infância prenhe de alegria e de fascínios nos remete ao infinito universo da ternura e da solidariedade. Você é terno, saudosista, sensível e altamente poético sem ser piegas.

Aventurar-se nos meandros da memória é um risco, pois, das pequeninas lembranças que amontoamos em nossa mente, poucas são (d)escritas com a verdadeira face das vivências. Em seu livro, percorremos o perigo da travessia que sinaliza para uma vida mais harmônica e fraterna.

O vidro amassado/colado à linha — voa livre como os nossos sonhos. Todo vôo é risco, todo ar é risco... toda linha é caminho, todo cerol nos acompanha como espinhos de uma aventura que tentamos vencer.

Leontino Filho

Quase Tudo

Quase Tudo é a primeira antologia poética do autor em 30 anos de literatura.
Foi lançada no estande da Scortecci durante a 17a. Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2002. 
Reedição dos livros: A Morte e o Corpo, O Eu de Mim e Água e Sal.

 

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João Scortecci
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